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	<title>Ritmos</title>
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	<description>Academia de Dança no Lago Sul</description>
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	<title>Ritmos</title>
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		<title>Sua filha faz Ballet? Então tome muito cuidado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2018 17:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Academia Ritmos]]></category>
		<category><![CDATA[Ballet]]></category>
		<category><![CDATA[ballet clássico]]></category>
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		<category><![CDATA[descubra o seu ritmo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ver sua filha fazendo Ballet é uma experiência única na vida da mãe. Isso porque além de lindo e gracioso, o Ballet proporciona para criança o desenvolvimento de atributos que servirão para toda a sua vida. Podemos colocar inúmeros benefícios do Ballet como melhorar a coordenação motora; da criança; aumento da capacidade de concentração; aumento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ver sua filha fazendo Ballet é uma experiência única na vida da mãe. Isso porque além de lindo e gracioso, o Ballet proporciona para criança o desenvolvimento de atributos que servirão para toda a sua vida.</p>
<p>Podemos colocar inúmeros benefícios do Ballet como melhorar a coordenação motora; da criança; aumento da capacidade de concentração; aumento da flexibilidade; cria resistência muscular; corrige e melhorar a postura; aumenta a autoestima e por aí vai.</p>
<p>Mas para você mãe a verdade maior é que ver sua filha de collant e sapatilha é impagável!</p>
<p>Porém o Ballet é uma atividade física intensa e, por isso, se não for muito bem supervisionado pode gerar lesões. A supervisão deve ser tanto do professor, quanto da bailarina e até por você!</p>
<p>Pensando nisso, queremos mostrar quatro cuidados que a sua filha deve ter. E mamãe, saiba que você pode ajudar em todos viu!</p>
<h2><strong>Cuidado com os alongamentos!</strong></h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1128" src="http://academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Alongamento-Ballet-Ritmos.jpg" alt="Alongamento-Ballet-Ritmos" width="601" height="338" /></p>
<div><span style="font-size: large;">Cuidado com os alongamentos. Eles devem ser muito bem executados! </span></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Toda bailarina quer ser flexível. Mas é importante ter alguns cuidados ao fazer exercícios de alongamento: Nunca se esqueça de aquecer-se, caso contrário você pode machucar-se!</p>
<p>Ao fazer alongamento, não é bom ficar saltando. Isso coloca pressão sobre as articulações e músculos e promove a criação de microfissuras nas fibras musculares.</p>
<p>Por isso o importante é alongar lentamente e da maneira mais graciosa possível. Verifique se os movimentos estão em harmonia. Também não se esqueça de manter as costas e as pernas esticadas.</p>
<p>Não exagere! O alongamento não deve ser doloroso, mas quase relaxante. Você deve sentir uma tensão suportável a cada movimento.</p>
<p>E nada de criar seus próprios exercícios de alongamento viu! Isso pode ser muito perigoso para aqueles que não sabem como fazê-lo.</p>
<h2><strong>Trate bem os pés</strong></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1129" src="http://academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Pés-de-Balarina-Ritmos.jpg" alt="Pés-de-Balarina-Ritmos" width="600" height="400" /><br />
<span style="font-size: large;">Cuidar bem dos pés é um desafio mas muito importante no mundo do Ballet!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A bailarina usa demais os pés. Os pés da bailarina são o suporte fundamental que dá vida à dança. Por isso, é comum ouvir queixas de dores causadas pelo excesso de esforço durante as aulas. Mais comum em bailarinas iniciantes são dores em diversas partes dos pés.</p>
<p>As bailarinas intermediárias e avançadas acabam se habituando às dores e muitas vezes esquecem que os pés precisam de atenção. Algumas dicas podem auxiliar a sua filha a ter pés saudáveis e bonitos para a dança.</p>
<h3><strong>Antes da aula:</strong></h3>
<p>Não discuta! Você deve sim exercitar seus pés antes das aulas! O ideal é executar movimentos repetitivos de eleves e depois alongar os pés com auxílio de uma faixa elástica, por exemplo. Alongamentos auxiliando com as mãos também são ótimos.</p>
<h3><strong>Após as aulas:</strong></h3>
<p>Depois de uma aula cansativa de Ballet, os pés da bailarina merecem um pouco de atenção. A dica aqui é começar por banho, lavando os pés com cuidado e carinho aproveitando a água morna para proporcionar um momento de relaxamento aos pés (só não vale demorar no banho e prejudicar o meio ambiente). Após o banho, passe um bom creme de hidratação e massageie os pés.</p>
<p>Mamãe, se você quiser proteger ainda mais a sua filha aí vai outra dica: após uma semana de aulas nada melhor do que uma massagem nos pés. Sempre que tiver a oportunidade chame um massagista e peça que ele gaste uns minutinhos a mais com os pés.</p>
<h3><strong>Cuidado com o clima</strong></h3>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-1133" src="http://academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2018/03/ballet-on-cold-1.jpg" alt="Ballet-no-frio-Ritmos" width="601" height="338" /><br />
<span style="font-size: large;"> Durante o período frio, vá retirando o excesso de roupa a medida que for aquecendo </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nessa você está certa mamãe. Fez frio pode mandar botar o casaco! O frio é uma agressão ao nosso corpo, portanto o ideal é fazer a aula com roupas que protejam do frio e façam evitar a perda de calor.</p>
<p>Isso porque, quando está frio, a nossa musculatura está mais contraída e tensa. Portanto a chance de lesão muscular é ainda maior.</p>
<p>A dica aqui é sair agasalhado de casa e, ao chegar para aula, realizar um aquecimento com maior atenção. Só tire o excesso de roupa à medida que for aquecendo o corpo.</p>
<p>Outro ponto que a gente deixa de lado é a hidratação. Durante o frio bebemos menos líquidos. Mas não é bom ir para aula desidratado. Se quiser, você pode optar por beber bebidas quentes, além da água, que é para beber mesmo se não estiver com sede.</p>
<h2><strong>Conheça o professor</strong></h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1134 aligncenter" src="http://academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Professor-de-Ballet-Ritmos.jpg" alt="Professor-de-Ballet-Ritmos" width="545" height="363" /></p>
<div><span style="font-size: large;"> Conversar com o professor de Ballet é perfeito para conhecer mais a sua filha! </span></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conhecer e ter contato com os instrutores e professores de Ballet é um dever seu! Saber as suas credenciais e observar a metodologia é importantíssimo para que você tenha o controle e saiba se ele está ou não sendo bom para sua filha.</p>
<p>Além disso ele é um canal direto entre você e ela. Através dele você pode saber como ela está se desenvolvendo e se ela está sentindo algumas dores (filhos não contam muito isso para os pais).</p>
<p>Aplicar todas essas dicas vai melhorar muito o Ballet da sua filha viu! E melhor ainda: vai protege-la de lesões e, de quebra, vai unir ainda mais você com a sua filha!</p>
<p>E aí, gostou das dicas? Então não espere mais, mostre este post e comece a aplica-las junto com ela!</p>
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		<title>Professores de ballet não qualificados podem causar às crianças danos físicos incalculáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2016 04:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Professores de ballet não qualificados podem causar às crianças danos físicos incalculáveis, segundo o alerta do Royal Academy of Dance (RAD). http://www.bbc.com/news/education-35130914 &#160; 18 de Dezembro de 2015 &#8220;Professores leigos carecem de treinamento em anatomia e fisiologia&#8221;, disse o executivo-chefe da RAD, Luke Rittner. Encorajar as crianças muito cedo em determinados movimentos, como subir &#8220;nas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Professores de ballet não qualificados podem causar às crianças danos físicos incalculáveis, segundo o alerta do Royal Academy of Dance (RAD).</p>
<p><a href="http://http://www.bbc.com/news/education-35130914">http://www.bbc.com/news/education-35130914</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>18 de Dezembro de 2015</p>
<p>&#8220;Professores leigos carecem de treinamento em anatomia e fisiologia&#8221;, disse o executivo-chefe da RAD, Luke Rittner.<br />
Encorajar as crianças muito cedo em determinados movimentos, como subir &#8220;nas pontas&#8221;, quando todo o corpo estará equilibrado sobre os dedos dos pés, pode arruinar suas carreiras, disse Rittner.<br />
A RAD acrescentou que muitos pais colocam seus filhos em aulas de dança sem verificar as qualificações dos seus professores.<br />
Não são apenas as técnicas relativamente avançadas, como o trabalho de pontas, pô exemplo, que podem causar problemas, a academia adverte, mas forçando o &#8220;en dehors&#8221; muito cedo, onde os dançarinos abrem seus pés e quadris para fora, também pode causar danos graves.<br />
E as aulas de &#8220;baby-class&#8221;, em que as crianças podem começar a dançar, em algumas escolas, antes dos dois anos de idade, devem ser manejadas com cuidado especial, disse o Sr. Rittner ao programa de radio da BBC 4’s Today.<br />
As qualificações para os professores deste grupo etário (baby-class) são até mais importantes do que em qualquer outra fase, porque nesse momento os ossos das crianças ainda não estão completamente formados.<br />
Ele acrescentou: &#8220;Eles são desconectados e são muito, muito flexível, o que é um enorme perigo nessa fase&#8221;.<br />
Mas de acordo com um professor de dança credenciado pela RAD, que pediu para não ser identificado, atualmente não são exigidos absolutamente nenhuma qualificação ou experiência de dança para professores de &#8220;baby class&#8221;.<br />
O professor acrescentou: &#8220;Eles têm como alvo crianças muito jovens, de18 meses até cinco ou seis anos de idade.<br />
&#8220;Eu tenho muitas crianças que vêm à minha escola, que tem três ou quatro anos de idade, que tiveram aulas de baby-class desde os 18 meses de idade e simplesmente não sabem executar qualquer movimento do ballet (adequado à sua idade).<br />
&#8220;As crianças não sabem esticar ou flexionar seus pés ou simplesmente não sabem fazer “skip”. Estas crianças têm má postura e nenhuma técnica.&#8221;</p>
<p>Ensinar dança para crianças pequenas exige um cuidado especial, diz a RAD.<br />
Gina Raffaini, agora com 23 anos e uma estudante de engenharia, começou em uma escola de ballet local com cinco anos e subiu nas pontas pela primeira vez antes de completar 10 anos. Aos 16 anos, ela estava com muita dor e com joanetes &#8220;tão ruins quanto os minha avó, que tem 60 anos&#8221;.<br />
Ela precisou de uma operação, incluindo a colocação de parafusos em seus pés.<br />
&#8220;Eu diria que começar a dançar muito cedo teve um impacto sobre isso” disse ela à BBC.<br />
Ela acredita que as mudanças que fez na sua adolescência, ao abandonar as aulas de ballet e começar a fazer dança contemporânea e moderna, evitou o trabalho de pontas, o que &#8220;provavelmente isso salvou meus pés&#8221;.<br />
(Nota da Tradutora: Eu particularmente acredito que ela já deveria ter uma predisposição genética para joanetes (quando ela diz que os joanetes dela estavam iguais aos da sua avó de 60 anos). Não foi o ballet que a deixou com problemas graves e que a fizeram ter que operar os seus pés, mas acredito que o péssimo treinamento de ballet devem ter agravado e acelerado o que ela provavelmente um dia teria, o que significou uma cirurgia nos pés precocemente).<br />
“”Subir nas pontas não é para todos. Os professores de dança precisam conhecer sobre a anatomia do que estão ensinando” acrescentou.<br />
Kim Geada, uma professora de dança qualificada em Yorkshire, disse ter visto muitas crianças chegando em sua escola após terem tido treinamento de ballet muito cedo em outros lugares &#8220;, com absolutamente nenhum conhecimento de uma postura correta, alinhamento e de como usar o “en dehors” corretamente, muitos, inclusive, com lesões nos joelhos.&#8221;<br />
Ela acrescentou: &#8220;Eu ouço histórias terríveis de crianças que começam a subir nas pontas com oito ou nove anos de idade, sem nenhuma compreensão técnica ou força muscular para tal.<br />
&#8220;Eu acho que mesmo se você é um bom bailarino, isso não faz de você um bom professor, porque a compreensão e o conhecimento está em como quebrar os movimentos e ir construindo do simples ao complexo até que você tenha um bailarino completo, limpo e saudável.<br />
Sr. Rittner acrescentou que as mesmas questões devem ser aplicadas aos professores de outros estilos de dança: &#8220;Eles poderiam ser qualquer estilo &#8211; essa não é realmente a questão, o que importa é saber se eles têm formação e se eles sabem o que estão fazendo&#8221;, disse ele hoje.</p>
<p>Nossa escola é a única de Brasília com professor formado pela American Ballet Theatre &#8211; ABT. Uma metodologia nova, que visa a união da técnica do ballet e uma visão multidisciplinar, que visa o melhor desempenho e a felicidade do bailarino, desde pequeno.<br />
Procure profissionais qualificados para ensinar seus filhos à dançarem, pois a falta de conhecimento poderá causar graves lesões. Ballet é coisa séria!</p>
<p>Thaís Barata</p>
<p><a href="http://http://www.academiaritmos.com.br/abt-curriculum/">http://www.academiaritmos.com.br/abt-curriculum/</a><br />
<a href="http://www.academiaritmos.com.br/thais-barata/">http://www.academiaritmos.com.br/thais-barata/</a></p>
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		<title>Ballet é chato&#8230; Não é!</title>
		<link>https://academiaritmos.com.br/ballet-e-chato-nao-e/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2015 03:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Ballet é chato&#8230; Um amigo e colega de trabalho postou recentemente uma citação em sua página no Facebook e isso me fez pensar. O grande coreógrafo George Balanchine disse uma vez: &#8220;Se você não se sentir desafiado, é porque você não está fazendo o suficiente. No ballet, você nunca deve se sentir confortável. Confortável é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ballet é chato&#8230;</p>
<p>Um amigo e colega de trabalho postou recentemente uma citação em sua página no Facebook e isso me fez pensar. O grande coreógrafo George Balanchine disse uma vez: &#8220;Se você não se sentir desafiado, é porque você não está fazendo o suficiente. No ballet, você nunca deve se sentir confortável. Confortável é ser preguiçoso! Se você está confortável quando você dança, você não está se esforçando o suficiente. 100% não é suficiente. Você tem que dar 200%. Um tendu leva anos de trabalho duro e nunca será perfeito. Tudo no ballet é um desafio. &#8221;</p>
<p>Eu não posso te dizer quantas vezes eu ouvi de meus alunos, &#8216;Ballet é chato. Agora, eu darei um discurso do tipo “no meu tempo&#8221;&#8230; discurso este que já está ultrapassado. Eu não lembro de me sentir desse jeito e eu também não me lembro de nenhum dos meus colegas, com os quais eu cresci dançando, se sentir assim e muito menos dizê-lo a um professor. Na verdade, eu não gostaria de imaginar o que aconteceria se nós tivéssemos dito. O mundo está mudando definitivamente. Os alunos de hoje pensam que um desafio é fazer várias piruetas, mesmo mal realizadas, ou girar uma sequência de fouettés e fazer os grandes saltos. Eles querem realizar os passos, mas eles não têm o cuidado sobre o quão bem eles irão executá-los.</p>
<p>Eu realmente não gosto e me sinto frustrada quando ouço os alunos dizerem que uma aula não o está desafiando o suficiente. Margot Fonteyn fazia as aulas para iniciantes várias vezes por semana, a fim de aperfeiçoar a sua técnica. Ela se desafiava em níveis mais baixos, embora ela estava no topo de sua profissão. Eu sinto muito em dizer que nenhum dos meus alunos que me disseram isto é ou será uma Margot Fonteyn com essa atitude</p>
<p>Esta tipo de pensamento não é somente dos estudantes. Esta forma de pensar vem dos pais. Ouço comentários dos pais como: &#8220;Trabalhe ela com intensidade lá dentro!&#8221; Ummm &#8230; Eu não posso fazer com que uma criança se esforce, isto é com ela. Apenas algumas semanas atrás, uma mãe veio me questionar o porque de uma criança ter de repetir um nível de ballet. Expliquei à mãe que a criança não estava focada e não trabalhou com toda a dedicação ao longo do ano. O pai então disse: &#8216;Bem, talvez ela não está fazendo essas coisas porque ela está entediada e não foi estimulada apropriadamente. Colocando-a no nível seguinte poderia ser um incentivo. &#8220;Não é assim que funciona! Eu não irei recompensar um comportamento preguiçoso. Ela precisa trabalhar no nível que ela está e provar para mim que ela quer estar em uma turma mais avançada, onde o foco e a ética de trabalho serão mais exigidos”. Não me lembro dos meus pais questionarem os julgamentos dos meus professores, e se eles tivessem ouvido o que eu disse a este pai sobre mim, eu teria recebido uma lição sobre ética de trabalho.</p>
<p>Falando de ética de trabalho, isso também é algo que infelizmente está faltando nesta nova geração. O problema é que eles não estão tentando ser preguiçosos; eles realmente acham que estão trabalhando muito, quando na verdade, eles nem sequer estão chegando perto. Por exemplo, eu pedi a uma aluna para que ela levantasse mais a sua perna em um developpé. Sua perna subiu muito! Se ela estivesse realmente trabalhando com o máximo do seu potencial, não teria subido tanto assim, teria subido só um pouco mais&#8230; e isso é ser preguiçoso! Isso acontece uma e outra vez nas minhas aulas. Eu tenho que perguntar a um aluno por que eles estão fazendo uma única pirueta quando eu sei que eles podem fazer duas. Eu tenho que gritar com eles para saltar mais alto e, de repente, eles estão voando pelo ar. Por que eu tenho que pedir, implorar para eles fazerem o seu melhor? Quando eu era criança, a perna de ninguém da sala seria mais alta do que a minha, ninguém iria se equilibrar mais tempo do que eu e os pés de ninguém ia ser mais trabalhado do que o meu. Eu não estava sendo má com os outros alunos, mas eu não iria permitir que ninguém na sala fosse melhor do que eu. Então, eu gostava de ficar atrás da melhor aluna da sala e trabalhava para copiar tudo dela. Onde estão os alunos que estão dispostos a lutar para melhorar? Eles estão se tornando escassos e raros a cada ano que passa. Talvez Balanchine estava certo e essas crianças precisam trabalhar 200% a fim de alcançar a sua plena capacidade.</p>
<p>Eu adoro quando meus próprios alunos percebem que não tem trabalhado todo o seu potencial. Eu tinha uma aluna avançada no ano passado que me confidenciou que ela desejava ter aprendido a trabalhar mais cedo. Ela me disse que ela sabia que foi uma das alunas mais esforçadas nos últimos dois anos, mas, em seguida, lamentou-se porque ela desejava ter descoberto o potencial que ela tinha mais cedo. Ela imaginou o quanto mais longe ela poderia ter ido com sua formação em dança, se ela tivesse trabalhado mais. Lembrei-lhe que o importante foi que ela entendeu isso agora e que ela continuaria nesse caminho durante a sua formação posterior. Eu também tive uma mãe que veio me dizer que sua filha estava voltando para casa mais suada e cansada do que o habitual e eu ri e disse-lhe que sua filha tinha finalmente descoberto como trabalhar. No dia seguinte, a mãe entrou e disse-me que no início ela tinha se sentido ofendida com meu comentário e compartilhou isso com sua filha. Sua filha riu e disse: &#8220;Sim, eu acho que finalmente fez um “click” de como trabalhar e que eu poderia estar fazendo um trabalho muito melhor do que eu tinha feito, ser muito melhor do que eu tinha sido. Espere até você me ver durante a observação dos pais na próxima semana; Estou ficando muito boa nisso! &#8221;</p>
<p>Enquanto estamos falando de diferenças de gerações, posso dizer-lhes que os alunos também se queixam, reclamam muito mais do que no passado. Talvez nós não nos queixávamos com os nossos professores porque sabíamos que eles não iriam se importar se o nosso dedo do pé estava ferido, ou se estávamos cansados ou se tivemos um dia ruim na escola. Não parece haver uma compreensão entra a diferença entre um desconforto, uma fadiga e uma dor real nas crianças de hoje. Uma das minhas histórias favoritas para contar sobre isto é esta: um dos meus colegas estava consertando um arabesque de uma menina de 10 anos. Depois que ele a arrumou, a criança se queixou de dor nas suas costas. Ele, então, perguntou para a sua turma se eles já haviam conversado sobre o que é dor. Todos eles balançaram a cabeça dizendo que não. Ele, então, perguntou se elas gostavam de patinação artística. Todos assentiram um sim entusiasmado. Ele então disse: &#8216;Bem, você sabe quando uma patinadora tropeça, cai e bate a cabeça no gelo? Isso é dor! Todas arregalaram os olhos. Penso que esta é uma excelente maneira de explicar aos jovens alunos a diferença entre estar numa posição desconfortável e uma estar com uma dor perigosa e afiada. Embora eu tenha que admitir, quando eu tinha essa idade, eu não me lembro de ninguém ter me explicado a diferença entre os dois. Ele então perguntou a menina que relatou a dor como ela se sentia depois de sua explicação e ela respondeu: &#8220;Está tudo bem.&#8221; É isso mesmo! Você está dolorida, você está desconfortável, você não está com dor.</p>
<p>Escuto das minhas alunas do Musical Theatre College (estudantes universitários), muitos dos quais são iniciantes, frases como: &#8216;Por que eu não consigo fazer isso? &#8220;, ou&#8221; Por que a minha perna não é como a sua?&#8221;. Na grande maioria, meus estudantes universitários são maravilhosos, altamente motivados, trabalhadores e focados em querer fazer bem. Eu tento explicar-lhes que dançar ballet é um processo que leva muitos anos e que bailarinos profissionais ainda continuam aperfeiçoando a sua técnica. Além disso, digo-lhes que tenho dançado ballet por toda a minha vida, e é claro minha técnica vai ser melhor, seria triste se não fosse! Mas o que mais eu vejo neles é uma recompensa instantânea após uma bom trabalho, exatamente o que está faltando nesta geração. Eles pensam que se eles trabalharem duro, eles conseguirão o que desejam alcançar. Para eles, ballet não é chato, é frustrante. Eles nem sempre encontram a alegria no trabalho duro e querem apenas os resultados que eles não conquistaram ainda. Talvez eles precisam ser lembrados de que, &#8220;um tendu leva anos de trabalho duro e nunca será perfeito. Tudo no ballet é um desafio. &#8221;</p>
<p>Como professor, eu quero que meus alunos alcance o sucesso e que ele seja acima de suas expectativas, e das minhas também. Eu não posso fazê-los trabalharem duro, isso é algo que eles tem que fazer por si mesmos. Eu só posso dar-lhes todo o meu conhecimento, a informação necessária e o meu tempo, além de tentar inspirá-los a fazer o seu melhor. O que eles farão com tudo isso depois, é com eles. Uma das lições que eu mais me esforço para ensiná-los é de que o ballet não é chato, especialmente se você está fazendo tudo corretamente. Enquanto isso, aproveite o trabalho e divirta-se.</p>
<p>Fonte:</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="MRcF85b7y6"><p><a href="https://atthebarre.net/ballet-is-boring/">Ballet is Boring</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Ballet is Boring&#8221; &#8212; At the Barre with Miss Erin" src="https://atthebarre.net/ballet-is-boring/embed/#?secret=MRcF85b7y6" data-secret="MRcF85b7y6" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><br />
Autora: Miss Erin<br />
Data: 09 de Outubro de 2014</p>
<p>Tradução Livre: Thaís Barata</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Ballet-Is-Boring.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1011" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Ballet-Is-Boring-300x200.jpg" alt="Ballet Is Boring" width="300" height="200" /></a></p>
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			</item>
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		<title>Os Sete Pecados Capitais do Ballet Clássico</title>
		<link>https://academiaritmos.com.br/os-sete-pecados-capitais-do-ballet-classico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 09:23:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.academiaritmos.com.br/?p=998</guid>

					<description><![CDATA[Postado em 11 de Novembro de 2013, por Kina Poon Durante sua vida como bailarino, você escutou as mesmas correções repetidas vezes. O motivo para tantas correções? Bailarinos tendem a fazer os mesmos erros, e na maioria das vezes, os resultados são catastróficos. A Revista Dance Magazine conversou com oito professores sobre quais seriam os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Postado em 11 de Novembro de 2013, por Kina Poon</p>
<p>Durante sua vida como bailarino, você escutou as mesmas correções repetidas vezes. O motivo para tantas correções? Bailarinos tendem a fazer os mesmos erros, e na maioria das vezes, os resultados são catastróficos. A Revista Dance Magazine conversou com oito professores sobre quais seriam os piores hábitos – aqueles que podem destruir a técnica de um bailarino – e o que pode ser feito para reverter os estragos.</p>
<p>1) Rolling In / Rolar para dentro<br />
<a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Rolling-In.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1005" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Rolling-In-300x126.jpg" alt="Rolling In" width="300" height="126" /></a><br />
errado… certo</p>
<p>Para conseguir uma primeira posição de 180 graus, bailarinos tendem a deixar que os arcos dos seus pés rolem para frente. Mas para conseguir um belo en dehors não devemos forçar os nossos pés para eles abrirem, devemos forçar esta abertura nos quadris “En dehors é uma ação, uma atividade e não uma posição.” disse Irene Dowd, que ensina anatomia na famosa escola Juilliard, em Nova York. “Se pararmos de sustentar o movimento, nossos pés irão passivamente rolar para dentro.” Rolar para dentro gera estresse nos tendões dos pés e leva a lesões, porque o resto do corpo compensará o desequilíbrio causado pelo fato de seus joelhos não estarem alinhados com seus dedos.</p>
<p>Dowd alerta sobre usar somente o arco do pé para combater o rolar para dentro. “Os bailarinos irão tentar virar apenas o arco do pé e forçar o interior do tornozelo,” ela disse. Isto pode provocar a inflamação dos tendões do tornozelo e levar à uma tendinite, uma lesão dolorosa causada por esforço repetitivo, muito comum em bailarinos. O sentimento é de “Pés como móveis da Era Vitoriana – eles nunca estarão completamente em contato com o chão” e eles deveriam estar ancorados em três áreas: o calcanhar, a almofada do dedão e a almofada do dedinho. Imagine como seu peso será transferido para o chão, de cima para baixo, através do seu corpo, pelas pernas, ao invés de prender os pés no chão e levantando o arco.</p>
<p>2) Misaligning the Spine / Desalinhamento da coluna</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Sin2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1004" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Sin2-300x231.jpg" alt="Sin2" width="300" height="231" /></a><br />
errado… certo</p>
<p>Distorcendo as costas, quer seja por trituração das vértebras lombares e, assim, permitindo que a caixa torácica fique aberta, ou arqueando os ombros para a frente e soltando os quadris, empinando o bumbum, afetará todo o seu corpo. A colocação do torso adequadamente é fundamental para a realização de qualquer movimento. Um bailarino com as costas desalinhadas irá desenvolver outros pecados capitais técnicos do ballet. Os problemas podem repercutir em todo o caminho: nas extremidades e, em cima, atingindo o pescoço e cabeça. Se o núcleo está solto, o bailarino será incapaz de fornecer apoio essencial para a que a técnica seja aprendida. A pélvis que ou está projetada para frente, ou vai para dentro, irá limitar a amplitude de movimentos nos quadris.</p>
<p>Christine Spizzo é uma estudante da North Carolina School of the Arts e está constantemente trabalhando o seu placement (palavra usada para designar a perfeita colocação corporal em sentido amplo). &#8220;É o comando mais importante que você tem que dar para o seu corpo, mais do que qualquer outro.” diz ela, &#8220;é cóccix para baixo e os músculos do abdômen levantados.&#8221; Ela enfatiza que o cóccix alonga para baixo sem dobrar, e os músculos umbigo levantam para cima, não para dentro. Esta oposição permite que os músculos rotadores externos possam participar ativamente, na parte superior da coxa. Spizzo usa a expressão dos 4 Ts —“no tucking, tipping, tilting, or twisting of the pelvis” – traduzindo &#8220;não comprimir, inclinar, tombar ou torcer a pelve&#8221; – como um lembrete para os alunos.</p>
<p>3) Clenching the Toes / Apertando os dedos do pé</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1003" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin3-300x122.jpg" alt="sin3" width="300" height="122" /></a><br />
errado… certo</p>
<p>Apertar, enrolar, prensar, não importa como que é chamada, esta condição dificulta a capacidade de um bailarino de articular os pés. Cerrar os dedos dos pés cria uma plataforma instável para gerar equilíbrio, trazendo problemas para o resto do corpo. Os músculos e tendões do pé, joelho e tornozelo devem trabalhar juntos para realizar uma relevé ou saltar, diz Edward Ellison, diretor da Ellison Ballet Professional Training Program in New York. Dedos cerrados acarretará num estresse indesejado sobre as articulações das pernas, levando a lesões por repetição e desequilíbrio. Nas pontas, apertar os dedos pode danificar os ossos e tendões dos pés.</p>
<p>A maître de ballet, Sara Neece da Ballet Arts, em Nova York, diz que quando a primeira articulação do dedo do pé é pressionada para baixo no chão, com muita força, irá gerar um congestionamentos dos dedos do pé no metatarso. Para Neece, a chave para solucionar os dedos cerrados encontra-se em &#8220;trazer para a consciência aqueles tendões que não estão sendo utilizados&#8221; abaixo da segunda articulação, ensinando os dedos como trabalhar de uma forma cuidadosa e deliberada. Sentada, uma bailarina deve beliscar em volta de cada dedo do pé apertado, com sua unha, cerca de 20 vezes. Em uma cadeira com o pé no chão, ela deve arrastá-lo de volta para o corpo, lentamente elevando-a na meia-ponta com um arco forçado. Os professores devem prestar atenção à resposta dos pés para este trabalho localizado, uma vez que a sobrecarga dos tendões pode danificá-los. Outra maneira de ensinar os dedos a esticar é enrolar com uma fita, alternando-o para baixo e para cima dos dedos, a partir do segundo dedo do pé, deixando-a durante as atividades na barra e outras atividades que não envolvam dança.</p>
<p>4) Giving In to Extreme Hyperextension / Ceder ao extremo da hiperextensão</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1002" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin4-300x183.jpg" alt="sin4" width="300" height="183" /></a><br />
errado… certo</p>
<p>Pernas hiperextendidas são aquelas cujo os joelhos naturalmente se curvam para trás das coxas e dos músculos da panturrilha. Elas são muito valorizadas no mundo do ballet.<br />
Christine Spizzo fala feliz da sua linha de perna moderadamente hiperestendida, e como as suas pernas se encaixam confortavelmente na quinta posição, e como o arabesque fica muito bonito, com ligeira curva para cima, compensando o arco do pé não tão avantajado. No entanto, bailarinos com extrema hiperextensão devem ter um cuidado especial. &#8220;O bailarino hiperestendido tende a ter músculos rotadores externos fracos&#8221;, diz ela, assim como as pernas são mais propensas a entrar em colapso quando aterrissam de um salto, deixando cair o peso corporal sobre os joelhos. Isto pode resultar em danos para as articulações que mantêm o alinhamento da perna, incluindo torção nos joelhos e tornozelos. Mesmo se a bailarina entende como evitar a hiperextensão, ela tem que aprender a expressar-se plenamente enquanto restringem suas pernas.</p>
<p>Mas Spizzo aponta para bailarinos, como estrela internacional Sylvie Guillem, que usou sua extrema hiperextensão em sua vantagem. O bailarino tem que pensar em alongar em vez de endireitar ou bloquear os joelho, mesmo se ele sinta que eles estão levemente dobrados. Ela deve desenvolver uma maior consciência dos músculos do en dehors, da parte superior da coxa até a panturrilha. &#8220;Os músculos devem ser ativados para não permitir que o bailarino ceda à hiperextensão&#8221;, diz Spizzo. Ela usa a imagem do poste das barbearias para incentivar bailarinos a aplicar a sensação de uma espiral infinita em suas pernas. Práticas como o Pilates podem ajudar a fortalecer os músculos estabilizadores do en dehors. Spizzo insiste que os bailarinos devem ficar com os calcanhares juntos na primeira posição e nunca devem forçar a articulação do joelho. Para fazer isso, &#8220;o quadríceps deve permanecer macio. Pois se você forçar, a rótula poderá retornar perigosamente para sua cápsula. &#8221;</p>
<p>5) Using Unnecessary Tension / Uso desnecessário de tensão</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin5.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1001" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin5-300x123.jpg" alt="sin5" width="300" height="123" /></a><br />
errado… certo</p>
<p>&#8220;Tensão&#8221;, diz Daniel Lewis, reitor da New World School of the Arts, &#8220;tira você do seu equilíbrio. Ela aperta os músculos e causa prejuízos. &#8220;Músculos rígidos são músculos propensos a lesões, que fazem que o movimento livre e confiante seja impossível.</p>
<p>A rigidez indesejada também pode limitar a sua versatilidade como um bailarino. &#8220;A dança moderna está preocupada com a tentativa de ir para o espaço fora do centro e fora do equilíbrio&#8221;, diz Mary Cochran, presidente do departamento de dança no Barnard College. &#8220;Se você gastar muito tempo segurando seu corpo rigidamente, será difícil fazer a transição entre trabalhar no equilíbrio e trabalhar fora do equilíbrio.&#8221;</p>
<p>A respiração ritmada ajuda a dissipar a tensão. Procurar um ritmo para a sua respiração usando a dinâmica da música. Sustentar uma sensação de movimento no corpo, mesmo quando você está imóvel.” aconselha Cochran. Se assim o fizer, ajudará a reverter a memória muscular de usar a tensão como uma forma de criar estabilidade.</p>
<p>6) Pinching Your Shoulder Blades / Unir os omoplatas</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1000" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin6-300x105.jpg" alt="sin6" width="300" height="105" /></a><br />
errado… certo</p>
<p>Embora seja utilizada como uma estratégia para abrir o peito na frente, apertar as suas omoplatas, acaba por imobilizar a parte de trás. O musculo serrátil anterior ao lado de sua caixa torácica é tão sobrecarregado, que não pode trabalhar. Edward Ellison diz que omoplatas pinçadas impedem a liberdade dos braços e o apoio da parte superior da coluna. Ele sente que “elas fazem com que o peso do seu corpo caia para atrás de seu eixo e estica os músculos do trapézio e romboide das costas.&#8221;</p>
<p>Irene Dowd sugere que devemos pensar em alargar as pontas dos ombros para o lado, para permitir amplo espaço para o peito. &#8220;Isso ajuda a pensar que o peito está cheio com seus pulmões, o seu coração, todos esses órgãos, como uma grande esfera&#8221;, diz Dowd. &#8220;Precisamos ter espaço suficiente para todos estes órgãos preciosos, para respirar.&#8221; Para relaxar as omoplatas, ela diz aos estudantes para se concentrarem no movimento das mãos. &#8220;A mão é uma parte viva do meu ser?&#8221; Dowd questiona seus alunos. &#8220;A omoplata deve apoiar essa mão.&#8221;</p>
<p>7) Getting Stuck in a Rut / Ficar preso em um barranco</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin8.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-999" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2015/08/sin8-300x228.jpg" alt="sin8" width="300" height="228" /></a><br />
errado… certo</p>
<p>Enquanto maus-hábitos físicos impedem o progresso, o pecado mais mortal está em perder a unidade para melhorar a técnica como um todo. Franco De Vita, diretor da American Ballet Theatre’s Jacqueline Kennedy Onassis School, diz que uma boa técnica começa com a abordagem de um bailarino para a aula. Estar presente e focado permite que o bailarino aprenda as combinações rapidamente e corretamente. &#8220;Não escutar e mudar o exercício é inaceitável&#8221;, diz De Vita.</p>
<p>Michael Vernon, presidente do departamento de ballet na Universidade de Indiana, sente que a pior coisa que um bailarino pode fazer é ficar fixo em fazer algo de certa forma, estar na zona de conforto. Eu amo jovens bailarinos que entendem que você tem que dançar para o amanhã, e não para ontem. &#8220;Manter a mente aberta significa mais do que apenas tentar uma preparação diferente para uma pirueta. &#8220;Estar aberto a novos estilos de dança e novas maneiras de mover o corpo é vital para manter a arte relevante.&#8221;</p>
<p>Kina Poon contribui para Dance Magazine.<br />
Fotos de Skylar Brandt, membro do corpo de baile do American Ballet Theatre, tiradas por Erin Baiano para a Dance Magazine.<br />
Tradução: Thaís Barata Sadeck<br />
Original: http://dancemagazine.com/news/The_Seven_Deadly_Sins/</p>
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		<title>ABT® National Training Curriculum &#8211; Breve explicação.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2014 15:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante o mês de Maio, a professora Thaís Barata passou 13 dias realizando a formação para professores do ABT® &#8211; American Ballet Theatre. A metodologia proposta pelo ABT® abarca o que há de mais efetivo nas grandes metodologias (Vaganova, RAD, Cecchetti), com o objetivo principal de obter o melhor resultado emocional e físico para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o mês de Maio, a professora Thaís Barata passou 13 dias realizando a formação para professores do ABT® &#8211; American Ballet Theatre.</p>
<p>A metodologia proposta pelo ABT® abarca o que há de mais efetivo nas grandes metodologias (Vaganova, RAD, Cecchetti), com o objetivo principal de obter o melhor resultado emocional e físico para o aluno. O que os professores idealizadores, Franco de Vita e Raymond Lukens, junto com uma equipe multidisciplinar de médicos, fisioterapeutas, psicólogos e pedagogos perceberam que as metodologias anteriores se preocupavam muito com a execução da técnica clássica e pouco com o desenvolvimento físico e emocional dos alunos. Não adianta avançar na técnica se a musculatura não está engajada e se a criança não tem a base emocional para lidar com a pressão e exigências que ela exige.<br />
Fisicamente, a diferença é sentida de forma rápida pois a técnica clássica é ensinada de forma gradual, de acordo com o que foi adquirido anteriormente, com um intenso trabalho muscular. Tudo é executado e ensinado com muito cuidado, pois a maior preocupação é evitar lesões e eventuais desistências do curso (muito comum no ballet clássico). Por isso, as aulas são extremamente divertidas e prazerosas, pois você sente que seu corpo está trabalhando e qual o objetivo que irá alcançar.</p>
<p>Venha fazer parte dessa novidade!</p>
<p>Nas fotos, a professora Thaís Barata com o seu certificado (1) e com seu professor, Raymond Lukens, e sua turma em Orlando, FL.</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Thais-ABT.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-853" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Thais-ABT-225x300.jpg" alt="Thais ABT" width="225" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2014/07/NTC-Orlando-Pre-Pri-3-.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-852" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2014/07/NTC-Orlando-Pre-Pri-3--300x225.jpg" alt="NTC Orlando 2014" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>Feliz Aniversário Ritmos!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 22:40:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[São 4 anos de histórias, alegrias e muita dança! Parabéns!!!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São 4 anos de histórias, alegrias e muita dança!<br />
Parabéns!!!</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2014/02/RITMOS-2014-face2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-696" title="RITMOS 2014 face2" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2014/02/RITMOS-2014-face2.jpg" alt="" width="670" height="1005" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Viva Melhor &#8211; Reportagem sobre dança na 3a idade</title>
		<link>https://academiaritmos.com.br/viva-melhor-reportagem-sobre-danca-na-3a-idade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 00:52:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Leiam! Super interessante! Aproveitem e indiquem!! Abraços, Thaís Barata RITMOS na VIP FITNESS-PG 5 Fonte: Revista VIP &#8211; Viva Melhor Saúde &#38; Fitness Ano IV número 4 &#8211; Brasília &#8211; Agosto de 2011.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Leiam! Super interessante!<br />
Aproveitem e indiquem!!<br />
Abraços,<br />
Thaís Barata</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/RITMOS-na-VIP-FITNESS-PG-5-.pdf">RITMOS na VIP FITNESS-PG 5</a></p>
<p>Fonte: Revista VIP &#8211; Viva Melhor Saúde &amp; Fitness Ano IV número 4 &#8211; Brasília &#8211; Agosto de 2011.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>Oração de Santo Agostinho sobre a Dança</title>
		<link>https://academiaritmos.com.br/oracao-de-santo-agostinho-sobre-a-danca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 22:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Louvada seja a dança, Ela libera o homem Do peso das coisas materiais, Para formar a sociedade. Louvada seja a dança, Que exige tudo e fortalece A saúde, uma mente serena E uma alma encantada. A dança significa transformar O espaço, o tempo e o homem. Que sempre corre perigo De perder-se ou somente cérebro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Louvada seja a dança,</p>
<p>Ela libera o homem</p>
<p>Do peso das coisas materiais,</p>
<p>Para formar a sociedade.</p>
<p>Louvada seja a dança,</p>
<p>Que exige tudo e fortalece</p>
<p>A saúde, uma mente serena</p>
<p>E uma alma encantada.</p>
<p>A dança significa transformar</p>
<p>O espaço, o tempo e o homem.</p>
<p>Que sempre corre perigo</p>
<p>De perder-se ou somente cérebro,</p>
<p>Ou só vontade ou só sentimento.</p>
<p>A dança porém exige</p>
<p>O ser humano inteiro,</p>
<p>Ancorado no seu centro,</p>
<p>E que não conhece a vontade</p>
<p>De dominar gente e coisas,</p>
<p>E que não sente a obsessão</p>
<p>De estar perdido no seu ego.</p>
<p>A dança exige o homem livre e aberto</p>
<p>Vibrando na harmonia de todas as forças.</p>
<p>Ó homem, ó mulher aprenda dançar</p>
<p>Senão os anjos no céu</p>
<p>Não saberão o que fazer contigo.</p>
<p>Augustinus (Santo Agostinho), 354 – 430 d.C.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cisnes urbanos</title>
		<link>https://academiaritmos.com.br/cisnes-urbanos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 20:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ballet clássico]]></category>
		<category><![CDATA[thais barata]]></category>
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					<description><![CDATA[por Maria Fernanda Seixas O belo figurino de Cisne negro, um dos filmes favoritos ao Oscar, tem inspirado fashionistas de todo o mundo. Tire as sapatilhas do armário e entre nessa dança Muito antes de Cisne negro estrear nas telas do cinema, o burburinho fashion já dava conta que a dualidade dos looks elaborados pelas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Maria Fernanda Seixas</em></p>
<p style="text-align: left;">O belo figurino de Cisne negro, um dos filmes favoritos ao Oscar, tem inspirado fashionistas de todo o mundo. Tire as sapatilhas do armário e entre nessa dança</p>
<p>Muito antes de Cisne negro estrear nas telas do cinema, o burburinho fashion já dava conta que a dualidade dos looks elaborados pelas irmãs Kate e Laura Mulleavy (da Rodartda), e que vestiram a bailarina interpretada por Natalie Portman, virariam tendência absoluta entre as fashionistas de plantão. E não importa a preferência: tanto o sensual cisne negro quanto o delicado cisne branco, embalados ao som de Tchaikovsky, mexem com o imaginário feminino, fazendo com que nove entre 10 espectadoras do filme se arrependam de, na infância, terem feito pouco caso dos pliés, pas de bourrée e élves.</p>
<p>Mas se lhe parece muito tarde para se matricular nas aulas de balé clássico e encarnar a Natalie Portman, dá para brincar com esse universo da dança adotando muitos tules, rendas, roupas cor-de-rosa bebê e laços no dia a dia. Misture a tendência aos looks urbanos, como já fizeram estilistas das mais renomadas marcas — de Maria Bonita Extra a Chanel — e dance conforme a nova música.</p>
<blockquote><p>Meu corpo é o templo da minha arte. Eu exponho-o como altar para adoração da beleza.<br />
Isadora Duncan</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-91" title="Thais Barata 1" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB01.jpg" alt="Thais Barata" width="204" height="304" /></a></p></blockquote>
<blockquote><p>Dançarinos são instrumentos, como um piano que o coreógrafo toca.<br />
Balanchine</p>
<p><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-95" title="Thais Barata 2" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB02.jpg" alt="Thais Barata" width="465" height="164" /></a></p></blockquote>
<blockquote><p>O corpo diz o que as palavras não podem dizer.<br />
Martha Graham</p>
<figure id="attachment_96" aria-describedby="caption-attachment-96" style="width: 204px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB03.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-96" title="Thais Barata 4" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB03.jpg" alt="Thais Barata" width="204" height="304" /></a><figcaption id="caption-attachment-96" class="wp-caption-text">Regata de malha com renda preta Cantão (R$ 69); saia de crepe preta com babado Evidence (R$ 282,55); camiseta curta de malha Maria Filó (R$ 89); pulseiras de metal e de metal com couro Evidence (R$ 75,26); brinco Balonê (R$ 29)</figcaption></figure></blockquote>
<blockquote><p>Nós podemos definir a dança como expressão de sentimentos através da movimentação.<br />
Andréa Thomioka</p>
<figure id="attachment_97" aria-describedby="caption-attachment-97" style="width: 204px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB04.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-97" title="Thais Barata 5" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB04.jpg" alt="Thais Barata" width="204" height="304" /></a><figcaption id="caption-attachment-97" class="wp-caption-text">Legging preta Maria Filó (R$ 69); collant preto de renda Maria Filó (R$ 99); regata com renda Evidence (R$ 206,18)</figcaption></figure></blockquote>
<blockquote><p>Nada é mais revelador que o movimento.</p>
<p>Martha Graham</p>
<figure id="attachment_98" aria-describedby="caption-attachment-98" style="width: 465px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB07.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-98" title="Thais Barata 7" src="http://www.academiaritmos.com.br/wp-content/uploads/2011/03/CB07.jpg" alt="Thais Barata" width="465" height="164" /></a><figcaption id="caption-attachment-98" class="wp-caption-text">Vestido de renda Maria Filó (R$ 349); vestido branco Maria Filó (R$ 289); bolero de patês prateados MOB (R$ 245); cinto em trecê Cantão (R$ 99)</figcaption></figure></blockquote>
<p><em>Produção: Bianca Assunção // Bailarina: Thais Barata, da Ritmos Academia de Dança // Cabelo e maquiagem: Carine Chibeni, da Equipe Vivá Studio // Agradecimento: Teatro Dulcina</em></p>
<p><em>Fonte: Correio Braziliense</em></p>
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		<title>O bem-estar da dança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaís Barata]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 20:13:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje falamos de um mundo contemporâneo diferente. Tudo é fast. O tempo que temos para cuidar da nossa mente e do nosso corpo é curto. Cuidar da nossa alma, então, é ainda mais difícil. Hoje, estamos plugados o tempo todo. São notebooks, smartphones, tablets e outros, que nos conectam com uma rede mundial de informações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje falamos de um mundo contemporâneo diferente. Tudo é <em>fast. </em>O tempo que temos para cuidar da nossa mente e do nosso corpo é curto. Cuidar da nossa alma, então, é ainda mais difícil. Hoje, estamos plugados o tempo todo. São notebooks, smartphones, tablets e outros, que nos conectam com uma rede mundial de informações instantâneas e dinâmicas. Nossos trabalhos exigem de nós cada vez mais eficiência, rapidez e multidisciplinaridades. Temos que ter um ensino superior, mestrado, MBA, doutorado, pós-doutorado. Além disso, a indústria da beleza nos estimula a comprar cremes, perfumes e roupas caras; estimula a manter nossos corpos sarados e jovens.  E, para esculpir nossos corpos, passamos horas em academias de ginástica. É cobrança para todos os lados. Não é à toa que a depressão é considerada o mal do século XXI.</p>
<p>Daí eu me questiono: e a nossa alma? O que fazemos para cuidá-la?</p>
<p>Como diria a bailarina Martha Graham: “A dança é a linguagem escondida da alma”. Será que nesse caos que é os dias de hoje, temos tempo de parar, sentir e expressar o que está em nosso ser mais profundo?</p>
<p>Muitas pessoas chegam até a minha escola de dança precisando de uma novidade. São pessoas que querem continuar cuidando da sua mente e de seus corpos, mas que querem cuidar também da sua essência. A dança tem essa magia. Com uma música que nos estimula e nos emociona, com nosso corpo em movimento, algo novo é criado. É a combinação perfeita.</p>
<p>O melhor de tudo é que na dança não existem restrições. Tudo mundo pode dançar. Conhecendo os seus limites físicos e adaptando a técnica quando for necessário, tudo é possível. O essencial é permitir que todos os seus sentidos estejam presentes e se deixar levar pela maravilha que é dançar. Não há bem-estar maior do que se sentir pleno e vivo com a união do corpo, da mente e da alma. E você que busca essa linguagem escondida, você que busca algo novo em sua vida, eu te convido para dançar.</p>
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